PremiumCabo Verde escolhe entre continuidade e regresso do PAICV

Legislativas de domingo decorrem sob o impacto da crise pandémica, com o primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva a procurar a reeleição.

A pandemia de Covid-19 e o seu impacto na economia, sobretudo no turismo, paira sobre as eleições legislativas que decorrem neste domingo em Cabo Verde. Com o primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva a procurar um segundo mandato, à frente das listas do Movimento para a Democracia (MpD), de centro-direita, enquanto Janira Hopffer Almada se empenha no regresso ao poder do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), de centro-esquerda, e outras forças políticas tentam entrar ou reforçar presença no parlamento ou mesmo deixar marca na governação.

Para a escolha entre a continuidade do economista de 58 anos, que tem no currículo a presidência da Câmara da Praia e a passagem pelo Ministério das Finanças, e a eleição da advogada de 42 anos, antiga ministra da Juventude, Emprego e Desenvolvimento dos Recursos Humanos e líder do PAICV desde 2014, poderia ter sido decisivo o debate televisivo e radiofónico que esteve marcado para domingo passado. Mas foi cancelado após a Comissão Nacional de Eleições decidir que, por decorrer no período de campanha eleitoral, teria de respeitar o princípio de igualdade de tratamento a todas as candidaturas.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Vacinas doadas por Portugal permitem manter vacinação em Cabo Verde

“Vai ter uma grande importância no nosso processo de vacinação”, afirmou o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, no aeroporto da Praia, após a descarga de um lote de vacinas da AstraZeneca, doado por Portugal e transportado num avião da TAP.

UNIO conecta empresas de Viseu ao continente africano

As empresas de Viseu, as senegalesas e outras do continente africano inscritas na APP UNIO partilham os seus dados, área de negócios, serviços e necessidades, contactando “automaticamente com aquelas que estejam a disponibilizar serviços semelhantes ou a precisar de vagas de trabalho”, explica a Câmara Municipal de Viseu.

FMI diz que ajuda financeira à Guiné-Bissau dependerá das reformas que concretizarem

O Programa Monitorizado pelo Corpo Técnico vai indicar o tipo de reformas a realizar na Guiné-Bissau, que, segundo o FMI, permitirão “reduzir gradualmente os grandes desequilíbrios macroeconómicos intensificados pelo impacto da pandemia da covid-19, reforçando a governação e as redes de apoio social, rumo a um crescimento mais inclusivo”.
Comentários