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Calamidade reacende urgência para ser criado fundo para catástrofes

O Governo declarou situação de calamidade em 60 municípios afetados pela depressão Kristin. No terreno, as seguradoras estão a recolher informação para a avaliar os prejuízos. Os dados serão divulgados “tão breve quanto possível”, diz a Associação Portuguesa de Seguradoras.
RUI MINDERICO/LUSA
30 Janeiro 2026, 08h46

Portugal enfrenta um período crítico de mau tempo, com várias regiões em alerta de calamidade, sobretudo Leiria, Coimbra, Santarém e Lisboa. Segundo fonte oficial da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), “as empresas de seguros têm estado a acompanhar e a prestar apoio, desde o primeiro momento, aos clientes afetados pela depressão Kristin, que provocou danos pessoais e materiais avultados em várias regiões do país.”

A mesma fonte da APS, que representa mais de 99% do mercado segurador, acrescenta que em resposta às ocorrências registadas, as equipas das empresas de seguros estão já no terreno a avaliar os prejuízos e a ajudar os clientes afetados a recuperar a normalidade das suas vidas, tendo desencadeado os procedimentos adotados nestas situações. Neste sentido, a APS está neste momento a recolher informação junto das empresas do setor e, garante que tão breve quanto possível, divulgará dados consolidados sobre o impacto deste evento relativamente aos danos cobertos por seguro.

Conteúdo reservado a assinantes. Veja a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 30 de janeiro.


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