PremiumCCP pede a Siza apoios para mais de 100 associações

Com o pagamento de quotas associativas penalizado pelas dificudades de tesouraria, CCP reclama ao Governo apoios a associações empresariais.

A Confederação do Comércio e Serviços (CCP) quer que as associações empresariais também tenham acesso às linhas de crédito com garantias do Estado, bem como ao Programa Apoiar.

Numa altura em que as empresas estão com dificuldades de tesouraria, o pagamento das quotas associativas tem sido penalizado e a produção legislativa para apoios às empresas aumentou, a associação presidida por João Vieira Lopes propôs ao ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, a criação de um programa de capacitação das associações empresariais, com vista ao apoio às equipas técnicas e aos custos operacionais. Entre as medidas reclamadas está ainda a comparticipação de salários e apoios à digitalização.

“O pedido para capacitação financeira das associações empresariais foi entregue em fevereiro”, revelou ao Jornal Económico o líder da CCP. João Vieira Lopes explica que este programa visa o reforço das competências e da capacidade de intervenção das mais de 100 associações empresariais que integram a CCP.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Subida do salário mínimo? “É prematuro assumir qualquer valor como definitivo”, diz Governo

A resposta surge depois de ser noticiado um eventual aumento de 40 euros. “A definição anual da atualização do SMN segue os procedimentos habituais, sendo objeto de discussão em sede de concertação social e com as estruturas sindicais”, explicam os ministérios das Finanças, Trabalho e Administração Pública.

PremiumJoão César das Neves: “Temos de pôr dinheiro no bolso das pessoas”

O economista César das Neves diz que o Plano de Recuperação é o “do costume”, dedicado a construção e burocracia, que se irá traduzir num “crescimento medíocre”. Defende a extensão das moratórias e alerta para o desafio da solvabilidade das empresas.

OMS denuncia desigualdades nas vacinas. Países ricos receberam 81% das doses (com áudio)

Enquanto que os países mais ricos já receberam mais de 80% das vacinas, os países com menores rendimentos só acumularam 0,3% das doses.
Comentários