CEO da Fórmula 1 admite redução no número de provas

A nova temporada terá 23 corridas, um número recorde, se a pandemia de Covid-19 o permitir. Domenicali garante que “esta equação [o calendário] se resolverá por si mesma”, considerando que “se conseguirmos entregar um produto incrível, podemos chegar a uma situação em que talvez possamos voltar a um número menor de corridas”.

O presidente e CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, não acredita que seja possível disputar as 23 provas agendadas para a nova temporada. O italiano, ex-chefe da equipa Ferrari e CEO da Lamborghini até há poucos meses atrás, e agora no comando da Fórmula 1 desde o início de janeiro, reconhece no entanto que “23 corridas é um número muito importante de corridas”, mas duvida que, devido à pandemia de Covid-19, se consigam realizar, segundo o portal “Palco 23”.

A nova temporada terá 23 corridas, um número recorde, se a pandemia de Covid-19 o permitir. Domenicali garante que “esta equação [o calendário] se resolverá por si mesma”, considerando que “se conseguirmos entregar um produto incrível, podemos chegar a uma situação em que talvez possamos voltar a um número menor de corridas”.

No caso de o calendário ser encurtado, “então talvez a possibilidade de alternar entre determinados Grandes Prémios (GP), mantendo o foco em diferentes áreas”. É algo que precisamos de pensar com cuidado neste ano, enquanto nos preparamos para quando o mundo voltar ao normal”, afirma.

Em 2020, a Fórmula 1 planeou um calendário com 22 corridas, sendo que apenas 17 foram disputadas, após o cancelamento de vários GP devido ao novo coronavírus. Para 2021 foi apresentado um calendário de 23 corridas, com o GP da Austrália adiado para novembro, a entrada de Imola (Itália) e as dúvidas sobre o GP da China, numa temporada que terá início no Bahrein a 28 de março.

Ainda sobre este ano, Domenicali sublinha que mantém contacto diário com os organizadores das provas e que todos estão ansiosos para seguir com o calendário planeado. O responsável deixa a presença do público como uma possibilidade, afirmando que “devemos ser flexíveis para perceber que talvez na primeira parte da temporada possamos ter alguns eventos sem público ou com público restrito”.

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