A Caixa Geral de Depósitos esclareceu o mercado que não deixou prescrever as várias dívidas da Heliportugal no valor global de mais de 29 milhões de euros, em grande parte relacionadas com o financiamento da compra de oito helicópteros.
“É falso que a Caixa tenha deixado prescrever créditos à Heliportugal. Qualquer cidadão ou empresa pode colocar os processos que entender nas instâncias judiciais, não se podendo presumir, por esse facto, que os tribunais lhes venham a dar razão. A Caixa não deixará de envidar todos os esforços, neste como em todos os casos, na recuperação dos créditos que concedeu e que lhe são devidos”, refere fonte oficial.
A declaração surge em resposta à notícia avançada pelo Público de que a instituição financeira teria deixado prescrever várias dívidas da empresa que gere três helicópteros ligeiros do Estado.
O Público escreveu hoje que a Caixa Geral de Depósitos pode ter deixado prescrever várias dívidas que totalizam perto de 30 milhões de euros, citando a empresa Heliportugal, que opera os três helicópteros ligeiros do Estado e viu há pouco mais de um mês o seu plano de revitalização ser chumbado.
A sociedade intentou há três semanas uma ação judicial contra o banco público, pedindo aos tribunais que declarem prescritas várias dívidas à Caixa, no valor global de mais de 29 milhões de euros, escreve o Público que diz que o processo está a correr no Juízo Central Cível de Lisboa. A Heliportugal disse ao Público que a CGD nunca executou dívidas que estão há anos em incumprimento, deixando assim que esses créditos prescrevessem.
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