Cineasta Steven Spielberg não vai realizar quinto filme da saga “Indiana Jones”

Fontes próximas de Steven Spielberg indicaram que a decisão foi tomada pelo próprio cineasta, com o propósito de renovar os direitos sobre a série “Indiana Jones”, e atrair as gerações mais jovens.

O cineasta norte-americano Steven Spielberg recusou-se a realizar o próximo filme “Indiana Jones”, a quinta aventura que vai chegar ao grande ecrã em 2021, numa decisão inédita em 39 anos, desde o início da saga.

De acordo com uma entrevista feita ao realizador pela revista Variety, publicada hoje e citada pela agência espanhola Efe, Spielberg vai continuar vinculado ao projeto como produtor, mas vai ceder a realização a James Mangold, que teve “Le Mans ’66: O Duelo”, nomeado para o Óscar de Melhor Filme.

Fontes próximas de Steven Spielberg indicaram que a decisão foi tomada pelo próprio cineasta, com o propósito de renovar os direitos sobre a série “Indiana Jones”, e atrair as gerações mais jovens.

Harrison Ford, o protagonista desde o início da saga, em 1981, como o arqueólogo Henry Jones, Jr., vai continuar com o projeto.

Ainda sem título definitivo, o quinto filme de “Indiana Jones” vai ser dar continuidade às aventuras idealizadas por George Lucas -– produtor norte-americano que ficou mundialmente conhecido pela saga “Guerra das Estrelas” –- e que tinha sido realizada, até agora, por Spielberg.

Os três primeiros filmes estrearam-se na década de 1980: “Indiana Jones e Os Salteadores da Arca Perdida”, 1981; “Indiana Jones e o Templo Perdido”, 1984; “Indiana Jones e a Grande Cruzada”, em 1989.

A trilogia “Indiana Jones”, estreada entre 1981 e 1989, rendeu mais de 750 milhões de euros de receita de bilheteira em todo o mundo.

O quarto ‘episódio’ estreou-se em 2008 e foi o maior êxito de bilheteira deste ‘franchising’. Em portugal, só nos primeiros cinco dias de exibição, conseguiu bater o recorde de um quarto de milhão de espetadores.

O quinto filme, coordenado pela Disney, foi anunciado em 2016 e a estreia estava prevista para 2019, mas foi adiada para 2021, devido a demissões e falta de consenso da equipa de argumentistas.

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