Costa presta “grande tributo” aos professores pelo trabalho desenvolvido durante o ano letivo

“Quem melhor ensina as crianças é também quem melhor sabe definir o que as crianças precisam e como podem aprender. São os professores e as professoras. A todos e a todas, no final deste ano letivo, muitos parabéns pelo que fizeram, bom trabalho para o futuro”, disse o primeiro-ministro.

O primeiro-ministro, António Costa, prestou hoje um “grande tributo” ao trabalho que os professores “têm desenvolvido e que, mais uma vez, este ano desenvolveram”.

“Uma escola são aqueles que estão na escola, que vivem, trabalham e estudam na escola. No início de final do ano letivo presto grande tributo pelo trabalho que têm desenvolvido e que, mais uma vez, este ano desenvolveram”, referiu.

O chefe do executivo, que discursava na cerimónia de inauguração das obras de remodelação da Escola Básica 2,3/S de Arcos de Valdevez, com cerca de 30 anos e 1.200 alunos, disse também que “uma escola é muito mais do que um edifício”.

“Quem melhor ensina as crianças é também quem melhor sabe definir o que as crianças precisam e como podem aprender. São os professores e as professoras. A todos e a todas, no final deste ano letivo, muitos parabéns pelo que fizeram, bom trabalho para o futuro”, disse.

António Costa destacou as três reformas “centrais” para o futuro da escola, introduzidas nos últimos três anos e meio, como a descentralização da educação para os municípios, a autonomia das escolas e a flexibilização curricular.

“São a chave, assentam e dependem da confiança total que temos de ter na comunidade educativa para ser capaz, porque é capaz de fazer mais e melhor”, disse.

O primeiro-ministro referiu ainda que “não é possível investir em educação, sem investir também em instalações”.

A este propósito, António Costa apontou as obras de requalificação das escolas de Amarante e Arcos de Valdevez que hoje inaugurou como dois exemplos “do esforço que o país voltou a fazer nas instalações escolares depois de um enorme desinvestimento motivado pela crise e pela forma como foi desenhado o Portugal 2020, que reduziu em 84% as verbas disponíveis para a requalificação das escolas”.

“Foi possível, em parceria com as autarquias, no esforço da reprogramação do Portugal 2020, poupando como a ‘carochinha’ para poder mobilizar verbas do Orçamento do Estado para investir nas escolas. Temos, neste momento, cerca de 700 escolas onde as obras foram concluídas, estão a ser concluídas ou estão em curso. A última que faltava arrancar, arrancou ontem [terça-feira] que foi a da António Arroio [em Lisboa]”, referiu.

A recuperação da Escola Básica 2,3/S de Arcos de Valdevez representou um investimento superior a 4,1 milhões de euros, que implicou um investimento municipal de 1,2 milhões de euros e financiamento comunitário de cerca de 2,7 milhões.

Na cerimónia de inauguração da requalificação da escola básica esteve também presente o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

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