Cresce o número de “não estudantes” a procurar alojamento na Uniplaces

Paris e Londres são as cidades onde o número de não-estudantes a utilizar a plataforma é mais significativo.

A Uniplaces, plataforma online para alojamento de médio a longo prazo, revelou a tendência de crescimento verificada, com o aumento do número de profissionais a procurar por arrendamento através da plataforma. Tendencialmente orientada para o arrendamento a alunos, atualmente o número de reservas feitas na plataforma por profissionais representa 25,3% contra 67,6% por parte de estudantes universitários.
“Esta é uma tendência que tem vindo a crescer na plataforma, sobretudo a partir de 2017, quando nos apercebemos de que 12% das reservas já eram feitas por não-estudantes. No ano passado o número continuou a aumentar, com mais de 23% das reservas a serem feitas por profissionais, e a nossa perspetiva é de que ao longo dos próximos anos o número de estudantes e não-estudantes a arrendar na plataforma se torne cada vez mais próximo”, afirma Carolina Almeida, CMO da Uniplaces.

A oferta de alojamento disponibilizada na plataforma da Uniplaces abrange uma vasta rede de opções que englobam o arrendamento de casa completa, quarto privado em casa partilhada, ou quarto partilhado. A modalidade de arrendamento mais procurada na plataforma é a de quarto privado em casa partilhada (69%), e que é tanto procurada por estudantes e jovens profissionais.

“Acreditamos que este crescimento do número de profissionais a arrendar através da Uniplaces é reflexo da confiança e segurança que a plataforma transmite, tanto a arrendatários como a senhorios. Perante um processo 100% online, com pagamentos protegidos e anúncios verificados, torna-se efetivamente mais rápido e seguro encontrar alojamento nas mais de 40 cidades onde a Uniplaces atua”, explica ainda Carolina Almeida.

Paris e Londres são as cidades onde se verifica um maior crescimento no número de profissionais a procurar por alojamento na plataforma da Uniplaces (34,4%), seguindo-se Barcelona (30,8%), Lisboa (30,3%), Porto (28,4%) e Berlim (24,4%).

Recomendadas

PremiumCEO da Transavia: “Portugal é o nosso primeiro mercado”

Nathalie Stubler diz que as medidas tomadas no nosso país facilitaram a reabertura das operações.

Ministro britânico afirma que Huawei deverá reunir condições para desenvolvimento do 5G

“Tenho certeza de que o Conselho de Segurança Nacional analisará essas mesmas condições e tomará a decisão certa, para garantir que temos uma infraestrutura de telecomunicações muito forte, mas também segura”, disse este domingo Matt Hancock.

Empresas portuguesas podem pagar menos impostos em Angola

O governo angolano considera que o objetivo fundamental das alterações fiscais é “tornar ou desonerar a carga fiscal nos rendimentos mais baixos, conservar ou manter a carga fiscal dos rendimentos de escalões intermédios e introduzir progressividade nos rendimentos mais altos”.
Comentários