Crioestaminal investe na Investigação & Desenvolvimento

A Crioestaminal, laboratório de criopreservação líder em Portugal e um dos maiores da Europa, investiu cerca de 10% do seu volume de negócios em Investigação & Desenvolvimento (I&D).

Mariana Bazo / Reuters

A empresa tem em curso ensaios clínicos na área da diabetes e uma investigação para a aplicação conjunta de células estaminais do sangue do cordão umbilical com células endoteliais em doentes com feridas crónicas, em parceria com o Centro de Neurociências e Biologia celular de Coimbra.

André Gomes, Fundador e CEO da Crioestaminal, revela que “o líder tem sempre uma responsabilidade acrescida perante o mercado e, na Crioestaminal, assumimos isso de uma forma muito frontal. Acreditamos, convictamente, que nos compete a nós contribuir para a credibilização do setor e abrir novos caminhos para a biomedicina no campo das aplicações terapêuticas das células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical. O investimento que fazemos em I&D tem vindo a ser reconhecido pelo mercado, como o comprovam as duas recentes distinções”.

 “Escolha do Consumidor”, pela quarta vez consecutiva, a Crioestaminal acaba de ser reconhecida como tendo também vencido o prémio “Cinco Estrelas”.

A Crioestaminal foi o primeiro banco de criopreservação em Portugal, sendo o maior da Península Ibérica e o quarto a nível europeu. Fundada em 2003, emprega mais de 60 colaboradores e tem presença direta em quatro países da Europa (Portugal, Espanha, Itália e Suíça). É o único banco ibérico acreditado pela AABB (Advancing Transfusion and Cellular Therapies Worldwide), sendo um dez mais influentes e inovadores bancos de células estaminais do cordão umbilical do mundo.

Recomendadas

Porto Moniz cria incubadora de empresas

A autarquia vai ceder um espaço físico para as empresas puderem desenvolver as suas actividades e ainda acesso a parceiros que permitam a inserção num contexto empresarial.

Como podem as ‘startups’ atrair financiamento? Investidores deixam conselhos

Na maioria dos casos, os empreendedores terão apenas alguns minutos para conseguirem apoio dos investidores. Além de conseguirem explicar o que vão fazer com o investimento, os investidores aconselham os fundadores das ‘startups’ a conhecerem o negócio e o mercado em que operam na ‘ponta da língua’.

Lado humano das ‘startups’ é o que atrai os investidores de Silicon Valley a Lisboa

Da Silicon Valley a Lisboa, os investidores contactados pelo Jornal Económico gostam de apostar nas competências das equipas das startups que, na maioria das vezes, afiguram-se como um investimento de alto risco. Só depois olham paras se debruçam em análises financeiras e estratégicas dos projetos.
Comentários