Deutsche Bank e Commerzbank voltam a estudar fusão, diz Der Spiegel

Os dois presidentes dos bancos, Christian Sewing e Martin Zielke, são favoráveis à fusão, diz o jornal de referência alemão.

Staff / Reuters

O jornal alemão Der Spiegel noticiou esta terça-feira que o Deutsche Bank e o Commerzbank, primeiro e segundo banco comercial privado alemães, respectivamente, estão a estudar uma fusão.

A fusão entre os dois gigantes alemães tem vindo a ser falada nos últimos meses, mas até ao momento não se concretizou. Agora o semanário alemão volta a noticiá-la.

Segundo a notícia do jornal alemão este cenário de fusão é bem visto pelo ministro das Finanças e vice-chanceler Olaf Scholz (social-democrata). Os dois presidentes dos bancos, Christian Sewing e Martin Zielke, são favoráveis à fusão, diz o jornal de referência alemão.

“Zielke (presidente doe Commerzbank) preferia a fusão o mais depressa possível enquanto que Sewing disse que nos próximos 18 meses a fusão não é prioritária porque primeiro têm de fechar a integração do banco de retalho Postbank, reduzir custos e sanear o banco.

O Deutsche Bank e o Commerzbank mantêm conversas sobre o tema da fusão há dois verões, mas até agora não chegaram a acordo.

Em junho deste ano, o Deutsche Bank sondou  os seus acionistas sobre uma possível fusão com o seu rival Commerzbank.

Ler mais
Recomendadas

PremiumCore Capital compra SousaCamp por 12,3 milhões de euros

A escritura de venda dos créditos do Novo Banco e do Crédito Agrícola no grupo Sousacamp à capital de risco Core Capital, foi finalmente assinada esta quinta-feira, dia 28 de maio.

Portugal é dos países europeus que mais investe em ‘open banking’, conclui estudo

A oportunidade de melhorar a experiência do cliente foi o maior catalisador dos investimentos, segundo a análise da plataforma sueca Tink.

Crédito malparado de particulares e empresas desce em abril

Em abril, segundo as estatísticas do banco central, o ‘stock’ de empréstimos aos particulares era de 118,7 mil milhões de euros, menos 0,14% do que em março e mais 3,10% do que em abril de 2019.
Comentários