PremiumDisrupção: o trio de fintech que já atraiu 500 mil portugueses

Revolut, N26 e Monese vêem espaço para crescer em Portugal. Ao JE, dizem que novos serviços e custos reduzidos são chave para atrair ‘millennials’.

Mais de meio milhão de portugueses já utilizam as três principais fintech que operam no mercado nacional. É verdade que, a comparar com a banca tradicional, este é um número tímido. Mas, em defesa destes agentes de disrupção da indústria financeira está o facto de terem sido chegado a Portugal apenas na segunda metade desta década. Com a digitalização, a espinha dorsal da Revolut, da N26 e da Monese, que lhes permite ganhos de escala eficientes, servindo milhões de clientes com uma única plataforma tecnológica, a três empresas dizem ao Jornal Económico que a adesão em Portugal só poderá aumentar.

“Ainda há muito espaço para crescer”, referiu Sarunas Legeckas, diretor geral da N26 para o mercado português. A ambição destas fintech não é nacional nem regional, é global.

Entre estas três novas estrelas da tecnologia financeira, a Revolut lidera em número de clientes no nosso país, com cerca de 380 mil. A Monese já supera os cem mil, dez vezes mais do que tinha em fevereiro. A N26 prefere não divulgar números, mas disse que irá estar próxima dos cem mil clientes até ao final do ano.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Simulações. Sabe quanto vai descontar de IRS em 2020? Quem ganha até 659 euros mensais fica isento

O Governo publicou hoje as novas tabelas de retenção na fonte a aplicar aos rendimentos de trabalho dependentes e de pensões em 2020. Isenções para quem ganha até 659 euros por mês. Contribuintes solteiros, sem filhos, que ganhem até 685 euros brutos vão descontar menos 412 euros por ano. Veja aqui as simulações.

Bilionários acumulam mais riqueza que 60% da população mundial

A organização não-governamental Oxfam aponta que se os 1% mais ricos do mundo pagassem “apenas” mais 0,5% de impostos sobre o seu património ao longo dos próximos 10 anos este valor seria o necessário para criar 117 milhões de empregos em setores como a educação e a saúde em todo o mundo.

Taxa sobre produtos poluentes rendeu 200 milhões de euros em dois anos

O PAN vai solicitar que mais produtos (além dos atuais plásticos e cartões, óleos e pneus usados, embalagens de vidro…) sejam taxados no âmbito do ecovalor, como por exemplo as cápsulas de café e os colchões.
Comentários