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EDP vai marcar presença no Fórum Mundial em Davos

Energética portuguesa vai participar em “diferentes sessões e discussões dedicadas a desafios estruturais do setor energético e da economia. Donald Trump também vai estar presente no Fórum, quando faz um ano do seu segundo mandato.
14 Janeiro 2026, 16h33

A EDP anunciou esta quarta-feira que vai marcar presença no Fórum Económico Mundial em Davos, que tem lugar anualmente na Suíça. O encontro arranca na próxima segunda-feira, 19 de janeiro.

Com esta presença, o principal objetivo da companhia é “contribuir para o debate global sobre caminhos acionáveis e orientados para soluções que reforcem a resiliência, a competitividade e um crescimento inclusivo, em alinhamento com o mote central do WEF 2026, “Um Espírito de Diálogo”, e num momento em que o setor da energia desempenha um papel decisivo a nível global”.

Pela energética, vão estar presentes o presidente-executivo Miguel Stilwell d’Andrade e o administrador-executivo Pedro Vasconcelos.

A empresa detalha que vai participar em “diferentes sessões e discussões dedicadas a desafios estruturais do setor energético e da economia, abordando temas como a energia enquanto pilar da segurança, a eletrificação como espinha dorsal da transição energética, a resiliência das infraestruturas, a inovação e a aceleração da inteligência artificial, bem como o papel das renováveis na competitividade e reindustrialização mundiais”.

Em Davos, também vai estar presente o presidente dos EUA Donald Trump, numa altura em que celebra um ano do seu segundo mandato que gerou uma nova desordem global, com a promoção de tarifas que abrangeram também aliados e parceiros comerciais de longa data. Mas também a intervenção militar na Venezuela, a ameaça de anexação da Gronelândia, que pertence à Dinamarca, e com o aumento da tensão face ao Irão.

Também a marcar a presença vão estar muitas empresas do setor petrolífero, depois de anos de participações esporádicas, por o fórum ser visto como um local anti-combustíveis fósseis, destaca a “CNN”.

“O diálogo não é um luxo, é ⁠uma necessidade”, disse o presidente e CEO do Fórum, Borge Brende, ex-ministro norueguês, à “CNN”.


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