Premium“Estratégia de Portugal para a China ainda não é suficiente”

Carvalho Neto, presidente da AJEPC, em entrevista ao JE, diz que a AICEP deve ser um guarda-chuva das associações portuguesas, para que estas trabalhem como uma só e não para as suas ‘quintinhas’.

“Em Portugal, a estratégia para um país como a China ainda não é suficiente para aquilo que é o potencial existente”. A afirmação é de Alberto Carvalho Neto, presidente da Associação de Jovens Empresários Portugal-China (AJEPC). Em entrevista ao Jornal Económico, à margem da 24ª edição da Feira Internacional de Macau, o empresário assume que “há espaço e vontade para aprofundar a relação”, entre os dois países, mas “que deve haver um reforço a nível nacional da capacidade e do entendimento das associações, que continua a não haver”.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Lucros da banca sobem 133% em 29 anos, já o crédito a clientes subiu 862%

Desde 1990, verificou-se um aumento de concentração do sistema bancário português. Ao longo do período para o qual existe informação comparável, Portugal apresenta um nível de concentração superior ao da área do euro, o que poderá ser explicado pelo facto dos países mais pequenos tenderem a ter níveis de concentração mais elevados, explica o BdP.

Moody’s atribui ‘rating’ B2 com ‘outlook’ estável à TAP e ao empréstimo obrigacionista

Depois da Standard & Poor’s, é a vez da Moody’s iniciar a análise de ‘rating’ da companhia aérea nacional.

Moody’s atribui à dívida da TAP quinto nível de “lixo”

A agência de notação financeira norte-americana atribuiu o ‘rating’ “B2” à emissão de obrigações anunciada ontem.
Comentários