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Europa pressiona carrinhas ‘made in Portugal’

Stellantis Mangualde produz 91% dos ligeiros de mercadorias do país, segmento onde os motores a combustão são cruciais e a descarbonização é mais difícil de fazer.
13 Fevereiro 2026, 11h00

Andam por todo o lado. Os construtores nacionais já estão em modo ‘depois não digam que não avisámos’. Entregam mercadorias e encomendas. Pertencem a prestadores de serviços e a grandes empresas. Têm de ter uma autonomia alargada e capacidade para transportar carga pesada. São cruciais para a economia nacional. E continuam a deslocar-se a gasolina e gasóleo.

Os motores a combustão continuam a ser reis neste segmento, mas as regras europeias estão a complicar a vida aos ligeiros de mercadorias.

São as multas a partir de 2027 para os construtores automóveis que não cumpram as metas de descarbonização, mas também o fim do motor a combustão a partir de 2035 na União Europeia.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 13 de fevereiro.


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