Andam por todo o lado. Os construtores nacionais já estão em modo ‘depois não digam que não avisámos’. Entregam mercadorias e encomendas. Pertencem a prestadores de serviços e a grandes empresas. Têm de ter uma autonomia alargada e capacidade para transportar carga pesada. São cruciais para a economia nacional. E continuam a deslocar-se a gasolina e gasóleo.
Os motores a combustão continuam a ser reis neste segmento, mas as regras europeias estão a complicar a vida aos ligeiros de mercadorias.
São as multas a partir de 2027 para os construtores automóveis que não cumpram as metas de descarbonização, mas também o fim do motor a combustão a partir de 2035 na União Europeia.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 13 de fevereiro.
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