Ex-presidente da Nissan pode vir a ser detido mais uma vez esta segunda-feira

A detenção deve acontecer na próxima segunda-feira, altura em que o atual período de detenção por suspeita de ter desviado cinco milhões de dólares (cerca de 4,4 milhões de euros) termina.

O Ministério Público de Tóquio pode vir a deter, pela quarta vez, o ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, por suspeita de quebra de confiança. A detenção deve acontecer na próxima segunda-feira, altura em que o atual período de detenção por suspeita de ter desviado cinco milhões de dólares (cerca de 4,4 milhões de euros) termina.

A notícia é avançada pela Reuters, que cita fonte próxima do Ministério Público japonês. Carlos Ghosn foi detido no início do mês de abril por suspeitas de desvio de fundos. Pouco mais de um mês antes da detenção, Carlos Ghosn encontrava-se sob custódia das autoridades, suspeito de má conduta financeira enquanto liderava a fabricante japonesa, tendo sido libertado sob pagamento de fiança.

Aquele que chegou a ser o executivo mais respeitado da indústria automóvel mundial continua a negar esta e outras acusações e garante que está inocente. No entanto, os procuradores acreditam que o dinheiro desviado terá ido para uma empresa que Ghosn praticamente administrou.

O comunicado divulgado não mencionou Omã, mas uma investigação anterior da parceira francesa da Nissan Motor Co., da Renault, centrou-se em pagamentos realizados a uma concessionária naquele país, sendo que se suspeita que parte do dinheiro foi canalizado para uso pessoal de Ghosn.

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