“Falsas urgências” correspondem a mais de 40% dos atendimentos

A falta de médicos de família, sobretudo nas grandes cidades, faz com que os utentes se desloquem aos hospitais.

Entre 1 de janeiro e 23 de novembro deste ano, 43% dos atendimentos de urgência nos hospitais foram triados como não urgentes, de acordo com a informação divulgada esta quinta-feira, 28 de novembro, pelo “Jornal de Notícias” (JN).

As designadas “falsas urgências” estão a aumentar – em 2018 a percentagem era de 41,8% e, no ano anterior, de 42% -, porque a falta de médicos de família em faz com que os utentes optem por se deslocar às unidades hospitalares.

Na zona de Lisboa e Vale do Tejo, onde faltam mais médicos de família, metade dos doentes que se dirigem ao hospital recebem pulseiras verdes e azuis, segundo o mesmo jornal.

Nos hospitais de Barcelos e de Vila do Conde/Póvoa do Varzim estão a ser implementadas medidas para aliviar as urgências, que passam por exemplo por reencaminhar os doentes não urgentes para os centros de saúde. “Estes projetos são para continuar e alargar a toda a região”, afirmou ao JN Carlos Nunes, presidente da Administração Regional da Saúde do Norte.

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