As políticas monetárias energicamente expansionistas da Reserva Federal dos EUA (Fed) e do Banco Central Europeu (BCE), a par dos resultados empresariais melhores do que as expectativas, têm suportado os mercados acionistas e conseguido manter as ações alheadas de quaisquer notícias menos favoráveis, tais como a variante Delta, a regulação chinesa, a crise no Afeganistão, a atual época de furacões, o ‘debt ceiling’, a subida da inflação e os rácios acima do normal do valor das empresas em bolsa em relação aos seus lucros.
Porém, paulatinamente, a subida da inflação tem afastado vozes mais ‘dovish’ e atraído gradualmente membros da Fed e do BCE com uma postura mais hawkish, apologistas da reversão da atual política monetária acomodatícia. Poderá este cenário de tapering ou abrandamento das compras de ativos espoletar uma correção dos mercados? O S&P 500 sobe há sete meses consecutivos, mas em setembro do ano passado acumulou uma perda de 4%.
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