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Fecho das escolas. Brandão Rodrigues critica privados de “ziguezaguear para fazer diferente”

“Esta é uma pausa letiva para todos, este ziguezaguear para fazer diferente é o que nos tem causado problemas. Reitero que todas as atividades letivas estão encerradas”, reforçou o governante.
21 Janeiro 2021, 20h44

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, lançou críticas às instituições de ensino privado por quererem avançar com aulas à distância nos próximos 15 dias, período que o Governo definiu como pausa letiva e que irá obrigar ao encerramento dos estabelecimentos escolas.

A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) considera que tem um estatuto de autonomia que lhe possibilita ter um modelo que garante a continuação das aulas, num período em que as aulas do público vão estar em pausa letiva.

“Esta é uma pausa letiva para todos, este ziguezaguear para fazer diferente é o que nos tem causado problemas. Reitero que todas as atividades letivas estão encerradas”, reforçou o governante.

O primeiro-ministro anunciou hoje o encerramento das escolas a partir de amanhã, sexta-feira, 22 de janeiro, com a atividade letiva a ficar toda suspensa.

“Apesar de todo o esforço que as escolas fizeram para se preparar e funcionar de forma normal face a esta nova estirpe e a velocidade que ela comporta, manda o principio da precaução que procedamos a interrupção de todas as atividades letivas durante os próximos 15 dias”, disse António Costa esta quinta-feira.

“A interrupção será devidamente compensada no calendário escolar da forma que o ministro da Educação ira ajustar com o conselho de diretores de escola de forma a compensar estes 15 dias que se irão perder de ensino presencial, com o alargamento do ensino presencial noutro período dedicado a férias”, acrescentou.

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