Finerge adquire central fotovoltaica em Alcácer do Sal

Com esta aquisição, a Finerge aumenta a sua capacidade instalada em exploração, para 1.382 MW em Portugal e Espanha, passando a energia fotovoltaica a representar agora mais de 5% dos ativos da empresa.

A Finerge acaba de acordar com a Tecneira a aquisição de uma central fotovoltaica em Alcácer do Sal, com uma capacidade de 15 MWp, que funcionará em mercado aberto, sem tarifa, anunciou em comunicado a empresa liderada por Pedro Norton.

Com esta aquisição, a Finerge aumenta a sua capacidade instalada em exploração, para 1.382 MW em Portugal e Espanha, passando a energia fotovoltaica a representar agora mais de 5% dos ativos da empresa.

A Finerge, que é uma das maiores produtoras de energia renovável em Portugal e a sexta maior operadora eólica da Península Ibérica, espera, com este negócio, passar a evitar a emissão de 1.661 quilotoneladas de CO2 para a atmosfera, face às 1.312 quilotoneladas que já evitou em 2020.

“Continuamos a investir na diversificação do nosso portefólio de ativos, desta vez com uma aquisição que nos permite ir aumentando a nossa capacidade de produção de energia fotovoltaica, passando agora a contar com 17 centrais deste tipo, entre Portugal e Espanha”, refere na nota Pedro Norton, CEO da Finerge.

Recomendadas

5G: Nowo já pediu estabelecimento de acordos de ‘roaming’

De acordo com o regulamento, os operadores vão ter de chegar a acordo entre eles e têm 45 dias para o fazer, caso tal não aconteça podem recorrer à Anacom para arbitrar o processo.

Grupo FNAC investe 300 mil euros e abre primeira loja de bem-estar e sustentabilidade em Portugal

A insígnia abrange aromaterapia, chás e infusões, entre outros. “Pretende inspirar a fazer essa mudança. Traz consigo o propósito de criar um mundo melhor, apelando a um modo de vida mais consciente, mais próximo da natureza, com foco no bem-estar e no respeito pelo planeta”, garante ao JE o diretor geral, Nuno Luz.

CEO da Apple assinou “acordo secreto” de 275 mil milhões de dólares com oficiais chineses para continuar a operar no país

Em 2016, os executivos da Apple ficaram alarmados com as ameaças do governo chinês contra recursos como Apple Pay, iCloud e App Store, o que levou Cook a realizar uma série de reuniões secretas com autoridades de Pequim.
Comentários