A riqueza das sete maiores famílias com forte presença na bolsa chegou ao final do ano a subir 2,38 mil milhões para perto de 19 mil milhões de euros, avança a edição do Jornal de Negócios desta terça-feira. A contribuir para esta subida estiveram sobretudo as duas cotadas do retalho, a Jerónimo Martins (dona do Pingo Doce) e a Sonae (dona do Continente), com as fortunas das famílias Soares dos Santos e Azevedo a valorizarem-se mais de 1,8 mil milhões de euros.
O conjunto das fortunas das sete maiores famílias que detêm grandes participações na bolsa (Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira, Mota, Champalimaud e Teixeira Duarte) aumentou com o bom comportamento dos mercados financeiros, que obteve o melhor resultado dos últimos 16 anos crescendo quase 30%.
De todas, apenas a família Amorim viu a sua fortuna cair cerca de 248 milhões de euros, uma queda travada pelos dividendos.
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