Freitas do Amaral internado nos cuidados intermédios em hospital de Cascais

O antigo presidente e fundador do CDS Diogo Freitas do Amaral encontra-se desde segunda-feira internado nos cuidados intermédios no Hospital da CUF em Cascais, transmitiu hoje à agência Lusa fonte da sua família.

De acordo com a mesma fonte, Diogo Freitas do Amaral, professor catedrático de Direito e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, de 78 anos, “encontra-se nos cuidados intermédios a realizar exames clínicos”.

No final de junho deste ano, Freitas do Amaral lançou o seu terceiro livro de memórias políticas, intitulado “Mais 35 anos de democracia – um percurso singular”, que abrange o período entre 1982 e 2017, editado pela Bertrand.

Nessa ocasião, em que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro líder do CDS e candidato nas presidenciais de 1986 recordou o seu “percurso singular” de intervenção política, afirmando que acentuou valores ora de direita ora de esquerda, face às conjunturas, mas sempre “no quadro amplo” da democracia-cristã.

Freitas do Amaral fez parte de governos da Aliança Democrática (AD), entre 1979 e 1983, e mais da tarde do PS, entre 2005 e 2006, após ter saído do CDS em 1992.

Recomendadas

Marques Mendes: “António Costa precisava de compensar falta de maioria absoluta com um Governo forte”

Na avaliação ao XXII Governo Constitucional português, Marques Mendes considerou positivo o facto de existir um “governo quase paritário”, em que existem tantos homens como mulheres.

Costa reúne esta segunda-feira com Presidente da República para entregar nomes de secretários de Estado

O gabinete do primeiro-ministro enviou este domingo, 20 de outubro, uma nota onde refere que “o primeiro-ministro solicitou hoje uma audiência ao Presidente da República para lhe apresentar os nomes dos secretários de Estado”.

PremiumCDS: João Almeida é o único deputado na corrida à liderança

Entre os cinco deputados, só o cabeça de lista por Aveiro pondera suceder a Assunção Cristas. Resto da bancada pede articulação, sem revelar preferências. E os críticos procuram “resgatar o partido”.
Comentários