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Fundos de investimento mobiliários tinham 25 mil milhões sob gestão em novembro

A Galp foi o título com maior peso nas carteiras dos fundos, representando 12,1% do total investido, após uma subida mensal de 3,4%. Seguiram-se a Jerónimo Martins, cujo valor nas carteiras dos fundos subiu 6%, e o BCP, com um aumento de 6,4% face a outubro.
15 Dezembro 2025, 17h03

Em novembro de 2025, o valor sob gestão dos organismos de investimento coletivo em valores mobiliários (OICVM), ou seja, sob fundos de investimento, totalizou 25.004,4 milhões de euros, mais 348,6 milhões (1,4%) do que em outubro. Nos fundos de investimento alternativo (FIA), o valor mensal sob gestão aumentou 5,6% face ao mês anterior, para 849,5 milhões de euros. Os dados foram divulgados pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O valor das aplicações em ações subiu 4% nas de emitentes nacionais e 0,9% nas de emitentes estrangeiros, em comparação com o mês anterior. No que respeita à dívida pública, o valor das aplicações caiu 17,1% na nacional e aumentou 3,3% na estrangeira. O valor aplicado em obrigações cresceu 56,9% nas de emitentes nacionais e 1,1% nas de emitentes estrangeiros.

A Galp foi o título com maior peso nas carteiras dos fundos, representando 12,1% do total investido, após uma subida mensal de 3,4%. Seguiram-se a Jerónimo Martins, cujo valor nas carteiras dos fundos subiu 6%, e o BCP, com um aumento de 6,4% face a outubro.

No que respeita ao investimento em títulos da União Europeia, os mais representativos nas carteiras dos fundos de investimento foram a LVMH, a Inditex e a Siemens. Fora da União Europeia destacaram-se a Alphabet, a Microsoft e a Samsung, revela a CMVM.

Em termos de países, a Alemanha foi o principal destino de investimento dos OICVM em novembro, ao absorver 23,2% do total das aplicações dos fundos, seguida dos Estados Unidos (15,2%) e do Luxemburgo (11,1%). Portugal absorveu 5,9% do investimento.

As sociedades gestoras com as maiores quotas de mercado foram a Caixa Gestão de Ativos (29,7%), a IM Gestão de Ativos (23,4%) e a Santander Asset Management (15,7%).

Em novembro iniciou atividade o fundo de investimento alternativo mobiliário aberto C2 Atlantic Open-ended Fund, gerido pela C2 Capital Partners – SGOIC.


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