O Conselho de Ministros aprovou esta quarta-feira a despesa para o novo concurso público internacional para a segunda parceria público-privada (PPP) da linha de alta velocidade Porto – Lisboa, depois do primeiro ter sido anulado pelo júri.
“Haverá uma apresentação na próxima sexta-feira, por parte do Ministro das Infraestruturas, de um conjunto de decisões que avançam com infraestruturas essenciais em Portugal como linha de Alta-Velocidade entre Lisboa e Porto as novas fases”, anunciou no briefing do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro.
“Também a auto-estrada entre Viseu e Coimbra (IP3) que finalmente regressa às decisões politicas foi tomada neste Conselho de Ministros”, disse o Ministro que remeteu para a apresentação de Miguel Pinto Luz, esta sexta, onde falará da IP3 e do processo de privatização parcial da TAP.
O primeiro-ministro já tinha dito ontem à Lusa que o Governo iria lançar esta quarta-feira, em Conselho de Ministros, o concurso público para o segundo troço da linha de alta velocidade Lisboa-Porto, entre Oiã e Soure, depois de uma primeira tentativa falhada.
Recorde-se que o consórcio português, liderado pela Mota-Engil e que integra ainda a Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto, foi o único a apresentar proposta para segundo concurso da alta velocidade, no início deste ano, mas foi excluído pelo júri em fevereiro por não cumprir o caderno de encargos, levando a Infraestruturas de Portugal a avançar com a preparação de um novo concurso.
O segundo troço da Alta Velocidade irá ligar Oiã (Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro) a Taveiro (concelho de Coimbra) e terá uma extensão de 60 quilómetros.
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