Governo liberta quatro milhões de euros para modernizar linha de emergência 112

O objetivo desta modernização é dotar Portugal “de uma plataforma 112 única a nível nacional, com disponibilidade de todos os serviços à população em qualquer dos pontos pontos de atendimento de segurança pública, para os próximos 36 meses”.

O Governo aprovou uma despesa de 3,98 milhões de euros, ao qual vai acrescer o valor do IVA, para proceder à “atualização tecnológica dos quatro centros operacionais do 112, e a respetiva manutenção corretiva e evolutiva”, segundo a publicação em Diário da República. A resolução da despesa já tinha sido aprovada em Conselho de Ministros no passado dia 22 de agosto.

Em Diário da República esclarece que a despesa será aplicada ao longo de três anos nos centros operacionais. O contrato relativo aos centros operacionais Norte e Sul do 112, que estavam adjudicados a consórcios, terminam este ano, e isso terá levado a que o Governo avançasse com a autorização para a realização de uma nova despesa de modernização.

Com o fim do contrato de 51 meses entre a Intergrapf, a Fujitsu e a Papti, “torna-se necessário proceder à atualização tecnológica de dois centros operacionais e assegurar os serviços de manutenção preventiva e corretiva para garantir a continuidade das condições de exploração do sistema, bem como proceder à integração tecnológica da solução em funcionamento nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira no atual sistema em produção”, lê-se na publicação do Diário da República, esta quarta-feira.

O objetivo desta modernização é dotar Portugal “de uma plataforma 112 única a nível nacional, com disponibilidade de todos os serviços à população em qualquer dos pontos pontos de atendimento de segurança pública, para os próximos 36 meses”, sustenta a resolução.

Sabe-se que a modernização vai ser adjudicada ao mesmo consórcio, pois este é “detentor dos direitos exclusivos de comercialização, manutenção e assistência técnica das componentes de hardware e software da atual tecnológica”. Assim, este é “a única entidade que reúne as competências técnicas e conhecimentos necessários, para proceder à atualização tecnológica e prestar os serviços de manutenção” de forma a garantir a disponibilidade total do sistema.

Para o ano que decorre, está prevista uma despesa de 72.935 euros, enquanto a maioria do dinheiro vai ser utilizado no próximo ano. Em 2020, está prevista uma despesa superior a 2,23 milhões de euros. Para 2021 está prevista uma despesa de mais de 875 mil euros, sendo que para 2022 prevê-se uma despesa superior a 802 mil euros.

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