Governo não vê motivos para alargar requisição civil

O Executivo termina o comunicado realçando que não existem motivos para “a revisão dos termos da requisição civil em vigor”.

O Governo fez esta quarta-feira um balanço do cumprimento dos serviços mínimos, relativamente ao dia hoje até às 19h00, realçando que os mesmos “foram genericamente cumpridos”.

No entanto, o gabinete do Ministro do Ambiente e da Transição Energética notou casos de incumprimento: “os únicos casos de incumprimento dos serviços mínimos registados prendem-se com o transporte de JET para os aeroportos de Lisboa e de Faro, situações que já estão abrangidas pela requisição civil em vigor. Neste momento, 18 equipas das Forças de Segurança e das Forças Armadas estão a fazer o transporte de combustível para o aeroporto de Lisboa e seis equipas da GNR a fazer serviço idêntico para o aeroporto de Faro”.

O Executivo termina o comunicado realçando que não existem motivos para “a revisão dos termos da requisição civil em vigor”.

 

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O documento divulgado pelo “Sunday Times” estima também que até 85% dos camiões que atravessam o Canal da Mancha “podem não estar preparados” para as formalidades das alfândegas francesas, o que provocaria longas filas que podem prolongar-se por dias.
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