Hungria empenha-se na entrada da Albânia na União Europeia

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse que a Hungria apoia a adesão da Albânia, uma vez que isso é do interesse específico do seu país.

Após conversações com o seu homólogo albanês, Edi Rama, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse que a Hungria está totalmente empenhada em apoiar a adesão da Albânia à União Europeia o mais cedo possível.

Para o primeiro-ministro húngaro, a adesão da Albânia surge como essencial para que aquela região, os Balcãs, possam vir a ter um futuro económico e social que os retire da crise profunda em que está submersa há décadas.

Orbán – que nos últimos tempos tem funcionado como uma espécie de líder da extrema-direita na Europa, nomeadamente através da formação de um partido europeu que possa vir a agregar os seus interesses no Europarlamento – acrescentou que já trabalha há muito tempo com o seu homólogo albanês.

Rami ganhou três eleições consecutivas, o que é único na política europeia – a última delas em finais de abril passado e numa altura em que as sondagens indicavam que era possível que o primeiro-ministro acabasse por perder o seu lugar.

Apesar de o primeiro-ministro albanês ser de uma formação que leva o nome de Partido Socialista, os dois países não têm diferenças de opinião significativas em qualquer área, acrescentou Viktor Orbán.

Comentando as relações económicas dos dois países, e citado pelos jornais húngaros, o primeiro-ministro disse que a presença do banco comercial húngaro OTP na Albânia representou um grande passo para a cooperação. “A experiência mostra que assim que um grande investidor entra num país, outros o seguirão”, acrescentou. O OTP está em vários países da região, como a Sérvia, Croácia, Roménia, Bulgária, Ucrânia, Rússia, Montenegro, Moldávia e Eslovénia.

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