Irmã de Zuckerberg à CNN: Pai quis oferecer a Mark um ‘franchising’ do McDonald’s

A Internet seria um lugar muito diferente se Mark Zuckerberg tivesse aceite a oferta do pai para renunciar à faculdade.

Mark Zuckerberg

Antes de Zuckerberg se matricular na Universidade de Harvard, onde acabaria por lançar o Facebook, o pai deu-lhe a ele e às irmãs uma alternativa aos estudos: abrir um ‘franchising’ do McDonald’s. “O nosso pai, sempre muito engraçado, ofereceu-nos a hipótese de investir num ‘franchising’ do McDonald’s e sermos nós a gerir o negócio, disse a irmã, Randi, no programa “CNN Business”.

No entanto, confessou Randi, o pai aceitou a opção de Zuckerberg, de ir para Harvard. “Ok, mereces uma segunda oportunidade”, disse-lhe.

Zuckerberg começou cedo a criar pequenos videojogos para os amigos e, aos 12 anos, programou um sistema de comunicação interna para o consultório do pai. Chegou à Universidade de Harvard, para estudar informática, já com uma aura de programador brilhante: ainda antes dos 18 anos tinha desenvolvido um sistema inteligente de recomendação de música.

Mark Zuckerberg é um dos indivíduos mais ricos do mundo, com 61,7 mil milhões de dólares. O CEO transformou o Facebook numa máquina de fazer dinheiro. Começou a interessar-se por computadores ainda muito jovem, criando jogos de computador apenas por diversão. Ficou fascinado pelo mundo da informática e continuou a trabalhar no desenvolvimento de novos programas. Em 2002, quando entrou para a Universidade de Harvard, alguns dos seus colegas convidaram-no para trabalhar no site da rede social chamada Harvard Connection. Pouco tempo depois, porém, criou a sua própria rede social, que mais tarde ficou conhecida como Facebook.

Esta rede foi criada por Mark Zuckerburg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes. O projeto foi desenvolvido inicialmente, em 2004, apenas para os alunos da universidade, aproveitando a moda dos blogues. Estes quatro colegas nunca imaginaram o boom à escala global que a sua criação alcançaria em pouco tempo.

Nos primeiros tempos do Facebook, Zuckerberg dormia num colchão num pequeno apartamento. Segundo um perfil na revista “New Yorker”, em 2010, dormia uma casa de dois andares, com quatro quartos (pequena para os padrões dos milionários de Silicon Valley, mas que Zuckerberg considerava demasiado grande) e conduzia um Honda Acura TSX, cujo modelo mais caro não chega, nos EUA, aos 30 mil euros. Comprou-o depois de ter pedido a um amigo conselhos para um carro “seguro, confortável e não ostensivo”.

Durante o Campeonato Mundial de Futebol, na África do Sul, perguntou no seu perfil no Facebook: “Há um site que transmita a final do campeonato online? (Eu não tenho uma TV)”.

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“Quando lançamos pela primeira vez, esperávamos 400 ou 500 pessoas. Agora estamos com 100 mil pessoas, então quem sabe até onde iremos … Talvez possamos fazer algo fixe. Talvez isto seja a próxima grande ”coisa'”, disse Zuckerberg, em 2004, quando apresentava aquela que viria a ser maior rede social do mundo.

A família Facebook: 2600 milhões de pessoas usam os serviços todos os meses

A rede social apresentou resultados positivos, vai fundir WhatsApp, Messenger e mensagens do Instagram e a “família” continua a crescer, garante Zuckerberg.
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