Disposta a negociar com o Governo no dia a seguir à greve geral, e com a garantia de tempo dada pela ministra, a UGT antecipa que o documento para rever a lei laboral não deverá chegar às mãos dos deputados antes das eleições presidenciais de 18 de janeiro.
“A este ritmo, mesmo que as coisas corram muito bem, não estou a ver um acordo antes das presidenciais”, disse ao Jornal Económico (JE) Sérgio Monte, secretário-geral adjunto. “Aliás”, corrigiu de imediato, “não sei se haverá acordo”, mas “continuaremos a participar no sentido de melhorar” a proposta.
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