Lucro da Deutsche Telekom cresce 68,6% no primeiro semestre para 2.815 milhões

O volume de negócios cresceu 12,8% no primeiro semestre, para 52.983 milhões de euros, em termos homólogos, enquanto o resultado operacional ascendeu a 7.207 milhões de euros, mais 28,8% na comparação com igual período do ano passado.

Deutsche Telekom

O lucro da Deutsche Telekom cifrou-se em 2.815 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, mais 68,6% face a idêntico período do ano anterior, anunciou hoje a empresa de telecomunicações alemã.

Este resultado deveu-se ao aumento de clientes na área de negócio de telefonia móvel nos Estados Unidos e ao crescimento observado na Europa.

O volume de negócios cresceu 12,8% no primeiro semestre, para 52.983 milhões de euros, em termos homólogos, enquanto o resultado operacional ascendeu a 7.207 milhões de euros, mais 28,8% na comparação com igual período do ano passado.

O presidente executivo da Deutsche Telekom, Tim Höttges, afirmou que todas as áreas do grupo aumentaram os seus resultados na primeira metade do ano fiscal.

Os Estados Unidos lideraram o crescimento de clientes da Deutsche Telekom, através da sua unidade de telefonia móvel, a T-Mobile US, e porque a integração da aquisição da Sprint está progredir mais rapidamente do que o esperado, justifica o grupo alemão em comunicado.

A empresa alemã espera agora obter este ano sinergias com a aquisição da T-Mobile US que se situam entre 2.900 milhões dólares (2.469 milhões de euros) a 3.100 milhões de dólares (2.649 milhões de euros), mais 100 milhões (85,1 milhões de euros) do que havia previsto anteriormente.

Na Alemanha, o número de clientes de banda larga está a aumentar, apesar do efeito negativo da pandemia nas receitas do serviço de ‘roaming’ ter sido maior no segundo trimestre do ano passado.

Atualmente, a T-Mobile US já representa quase dois terços das vendas da Deutsche Telekom.

A empresa alemã, por sua vez, tem estado em conversações com o SoftBank para adquirir a sua posição de 8,5% na T-Mobile, segundo a agência financeira Bloomberg, sendo que detém atualmente 43% da T-Mobile e quer ter o controlo maioritário.

A dívida da Deutsche Telekom na primeira metade do ano fiscal, por seu turno, aumentou 5,9% para 127.972 milhões de euros, depois da previsão ter sido revista em alta.

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