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Lucro da Generali sobe 14% para os 3,3 mil milhões de euros até setembro

O lucro operacional da Generali aumentou 10,1%, até setembro, para os 5,9 mil milhões de euros.
13 Novembro 2025, 11h01

O lucro ajustado da Generali subiu 14%, até setembro, para os 3,3 mil milhões de euros, justificado pela “muito forte performance operacional”, referiu a empresa na apresentação dos seus resultados.

O lucro operacional aumentou 10,1%, até setembro, para os 5,9 mil milhões de euros, impulsionado pela “excelente performance do segmento de Danos Patrimoniais e Acidentes (P&C) que cresceu 23,9%, para os 2,7 mil milhões de euros”, justifica a organização.

Ainda ao nível do lucro operacional a área de seguros de vida cresceu 1,8% para os três mil milhões de euros, o segmento de ativos e gestão de fortunas teve um incremento de 0,7% para os 843 milhões de euros, enquanto que a área de holdings e de outros negócios cresceu 11,7% mas registou um prejuízo de 399 milhões de euros.

Os ganhos por ação ajustado (EPS ajustado) cresceu 16% para os 2,16 euros.

A Generali reportou prémios brutos emitidos de 73,1 mil milhões de euros, o que representa uma subida de 3,7%, até setembro, “impulsionados pelos seguros de propriedade e acidentes (+7,2%)”.

Já as entradas líquidas na área de seguros de vida aumentou para os 10,4 mil milhões de euros, “principalmente graças às linhas preferenciais de proteção e saúde e híbridas e unit-linked”.

A empresa viu o seu Índice de Solvência passar de 210% para 214%, referindo que este crescimento se deveu “à saudável geração de capital normalizado” a que se juntou o programa de recompra de ações no valor de 500 milhões de euros.

“Os primeiros nove meses de 2025 confirmam o início muito forte do novo ciclo estratégico do Grupo. Todos os segmentos de negócio contribuíram positivamente para o crescimento de dois dígitos do resultado operacional. O segmento de Vida registou entradas líquidas sustentadas, impulsionadas por linhas de negócio preferenciais. O segmento de Danos Patrimoniais e Acidentes (P&C) apresentou um crescimento saudável da receita e confirmou a nossa excelência técnica, com uma melhoria adicional no rácio combinado não descontado”, disse o diretor financeiro (CFO) do Grupo Generali, Cristiano Borean.

“Após dois anos de experiência significativa com catástrofes naturais, 2025 tem sido um ano tranquilo até à data, com sinistros de catástrofes naturais nos primeiros nove meses a totalizarem 573 milhões de euros, pouco mais de metade do orçamento anual para catástrofes naturais. o benefício de todos os nossos stakeholders, aproveitando este momento positivo, com o lucro por ação ajustado em alta (16% em relação ao ano anterior) e usufruindo do benefício de um balanço sólido, de fontes diversificadas de geração de cash-flow, bem como de uma posição de capital robusta”, acrescentou Cristiano Borean.


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