Mais de dois séculos depois, retalhista britânica Debenhams fecha atividade

A cadeia retalhista britânica Debenhams vai encerrar todas as lojas no Reino Unido depois de 242 anos de atividade porque não se encontrou um comprador, pondo em risco 12 mil postos de trabalho.

Debenhams
Debenhams

Fundada em Londres em 1778 — oito anos depois de Thomas Cook chegar à Austrália — a Debenhams tem estado em dificuldades financeiras há algum tempo e entrou em processo de insolvência pela segunda vez este ano, a pedido do hedge fund norte-americano Silver Point Capital, dono da empresa.

Segundo a agência “, os administradores da insolvência, FPR advisory, referiram que ” devido ao contexto atual e aos efeitos da pandemia de Covid-19 possivelmente prolongados, o processo de reestruturação está muito incerto”.

Por isso, a FPR advisory vai iniciar o processo de venda de ativos da Debenhams que, na sequência do Grupo Arcadia, império britânico da moda, entrou em colapso na segunda-feira por causa da pandemia de Covid-19.

Relacionadas
Topshop - Topman

Império britânico de moda Arcadia entra em PER

O colapso do grupo Arcadia, que tem mais de 500 lojas no Reino Unido, marca a maior derrocada empresarial da pandemia.
Recomendadas

Propostas dos operadores superam os 194 milhões de euros no quinto dia da licitação principal do leilão do 5G

Em leilão estão faixas dos dos 700 MHz, 900 MHz, 2,1 GHz, 2,6 GHz e 3,6 GHz. No conjunto dos mais de 50 lotes em concurso, o preço base total é de 195,9 milhões. Esta quarta-feira, sete lotes viram o seu preço base aumentar.

Sindicatos da TAP foram avisados de que BE ia propor auditoria à gestão de Neeleman

A auditoria proposta pelo Bloco de Esquerda não será viabilizada no Parlamento. O projeto de resolução entregue pelo BE a recomendar ao Governo uma auditoria à gestão privada da TAP, não chegará a qualquer conclusão no sentido de saber quais são as efetivas responsabilidades do empresário David Neeleman na gestão da TAP e na situação financeira em que a companhia aérea se encontra.

AHRESP defende revogação da medida que proíbe venda de bebidas em ‘take-away’

A associação refere que a medida “apenas vai prejudicar a já difícil situação dos estabelecimentos”. A AHRESP acrescenta que “o que se quer prevenir é o consumo de produtos à porta do estabelecimento ou nas suas imediações, e não a venda”.
Comentários