Marcelo considera que criação de condições para PME “continuam insuficientes”

Marcelo Rebelo de Sousa adiantou que “não se trata de uma questão de preferir mais ou menos Estado, mais ou menos privado ou estatal”, mas sim de uma necessidade de criar meios para que o tecido empresarial português se torne “mais produtivo e mais competitivo”.

O Presidente da Republica considera que os atuais apoios sociais às PME e grandes empresas “continuam insuficientes” e que este sector, que tem sido “fortemente impactado pela pandemia”, “merece que se vá muito mais longe em termos de incentivos ao investimento”.

Durante o seu discurso, esta tarde, no Fórum para a Competitividade, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa adiantou que “não se trata de uma questão de preferir mais ou menos Estado, mais ou menos privado ou estatal”, mas sim de uma necessidade de criar meios para que o sector se torne “mais produtivo e mais competitivo” e que, por conseguinte, “cresça mais do que tem crescido”.

“Importa criar mais estímulos ao investimento privado”, afirmou. “Há todo um outro mundo empresarial, menos dotado em recursos, para reagir perante conjunturas adversas que não pode ficar para trás”, relembrou.

Durante a sua breve intervenção, o Chefe de Estado firmou ainda que a recuperação da economia nos próximos anos está dependente de vários factores, que incluem “a dimensação da desaceleração europeia e mundial e do seu reflexo no nosso investimento e exportações”.

Por isso apela: “temos que visar como objetivo crescer, crescer o mais rápido possível, para podermos convergir com a economia europeia”.

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