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Montenegro admite “situações de dificuldade e de constrangimento” no SNS mas nega caos

“O nosso Serviço Nacional de Saúde não vive uma situação de caos. O nosso Serviço Nacional de Saúde vive situações de dificuldade, situações de constrangimento, mas funciona hoje melhor do que funcionava há um ano, e há um ano já funcionava melhor do que funcionava há dois anos”, afirmou.
epa12180531 Portuguese Prime Minister Luis Montenegro speaks during the plenary session to present the Program of the XXV Constitutional Government at the Assembly of the Republic in Lisbon, Portugal, 17 June 2025. EPA/JOSE SENA GOULAO
21 Janeiro 2026, 16h10

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu hoje que o Serviço Nacional de Saúde atravessa “situações de dificuldade e de constrangimento”, mas negou que se trate “de caos”, defendendo que a saúde funciona melhor do que há um ano.

“O nosso Serviço Nacional de Saúde não vive uma situação de caos. O nosso Serviço Nacional de Saúde vive situações de dificuldade, situações de constrangimento, mas funciona hoje melhor do que funcionava há um ano, e há um ano já funcionava melhor do que funcionava há dois anos”, afirmou.

Luís Montenegro respondia a uma intervenção do líder parlamentar do Chega, no arranque do debate quinzenal desta tarde, na Assembleia da República.

“Senhor primeiro-ministro, existe um caos na saúde. Basta a ir a uma emergência de um hospital”, salientou o deputado.

Pedro Pinto referiu que em 2023, quando Montenegro era líder da oposição e António Costa era primeiro-ministro, “dizia que havia um caos na saúde”.

O deputado do Chega referiu que nessa altura “havia um milhão e meio de portugueses sem médico de família”, havia “um caos com dezenas de horas de espera para [os utentes] serem atendidos”, as “consultas de oncologia estavam em atraso meses e meses”.

“Hoje continuamos igual. Ou seja, o caos que havia em 2022 e em 2023, continua a haver em 2026. Mas agora, como o Governo é do PSD, é um Governo assim mais chique, nós não podemos dizer que existe um caos na saúde”, criticou.


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