Mota-Engil doa 17 mil batas protetoras do coronavírus ao Hospital de S. João e Centro Hospitalar de Lisboa Norte

Na lista de medidas está ainda a suspensão transversal de todas as viagens entre países onde a Mota-Engil opera de forma a reforçar a prevenção ao contágio dos colaboradores, suas famílias e comunidade envolventes.

Mario Proenca/Bloomberg

A Mota-Engil dá apoio ao Hospital de S. João e Centro Hospitalar de Lisboa Norte e nesse sentido e doou 17 mil batas/fardas protetoras como equipamento de proteção individual para os profissionais de saúde do Hospital de São João no Porto.  Este é o contributo da construtora no esforço de combate ao novo coronavírus.

“A Mota-Engil SGPS confirma que entregou na Direção de Aprovisionamentos do Hospital S. João, cerca de 17 mil fardas protetoras para apoio a este combate que o país atravessa, procurando contribuir para proteger os valorosos profissionais de saúde que diariamente estão a prestar cuidados de saúde em prol dos cidadãos, estando prevista a disponibilização destes EPI pelos profissionais do Hospital de São João, no Porto, como também pelo Centro Hospital de Lisboa Norte (CHULN) destes equipamentos de proteção individual”, refere a empresa em comunicado.

A Mota-Engil tem também vindo a desenvolver um conjunto de esforços, com vista a prevenir e minimizar a propagação do coronavírus, “colocando sempre a saúde dos seus colaboradores em primeiro lugar, bem como a proteção dos seus clientes, parceiros e comunidades onde opera”. Neste sentido, a Mota-Engil destaca as medidas já implementadas.

Para fazer face à atual pandemia mundial, a Mota-Engil diz em comunicado que “tem vindo a desenvolver um conjunto de esforços, com vista a prevenir e minimizar a propagação do coronavírus, colocando sempre a saúde dos seus colaboradores em primeiro lugar, bem como a proteção dos seus clientes, parceiros e comunidades onde opera”.

Neste sentido, a Mota-Engil destaca as “medidas preventivas a nível pessoal, desde a sensibilização sobre a etiqueta respiratória e reforço da higiene pessoal, ao aconselhamento sobre como evitar contacto interpessoal e a presença em zonas de grandes aglomerações” e “medidas preventivas a nível corporativo, desde o fornecimento de kits de prevenção, reforço da limpeza de todos os edifícios e fornecimento de produtos antissépticos, até ao cancelamento de deslocações profissionais e reuniões presenciais, substituindo-se por videoconferências ou outros contactos remotamente”.

A construtora cita por exemplo a definição de áreas de isolamento nos vários estabelecimentos e os procedimentos dedicados para o acompanhamento de colaboradores em caso de contágio. Mas também a informação e formação interna: desde comunicações corporativas internas de orientação e sensibilização ao reforço das “tool box” e ações de sensibilizações a todos os colaboradores, em todos os projetos a nível mundial.

Na lista de medidas está ainda a suspensão transversal de todas as viagens entre países onde a Mota-Engil opera de forma a reforçar a prevenção ao contágio dos colaboradores, suas famílias e comunidade envolventes.

A Mota-Engil anuncia ainda “a implementação de ações internas no sentido de garantir a sustentabilidade da operação” da construtora.

“Com estas medidas, a Mota-Engil reforçou a prevenção e diminuição do impacto associado à transmissão do vírus
na vida dos nossos colaboradores e seus familiares, dos seus colegas de trabalho, da empresa e de toda a
comunidade envolvente”, refere a empresa.

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