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Negócio do fogo-de-artifício perde dois milhões em cinco dias com restrições do Governo

A Associação Portuguesa dos Industriais de Pirotecnia e Explosivos (APIPE) criticou o governo por aplicar uma “proibição cega” de utilização de fogo-de-artifício em todo o país, refere o JN, quando existem eventos que se realizam na água ou em locais livres de risco.
5 Agosto 2025, 10h40

A Associação Portuguesa dos Industriais de Pirotecnia e Explosivos (APIPE) estima que o setor tenha perdido dois milhões de euros, em cinco dias, devido à interdição de espetáculos pirotécnicos devido ao estado de alerta provocado pela onda de calor, que se iniciou no domingo passado e se prolonga até quinta-feira, avança esta terça-feira, o “Jornal de Notícias” (JN).

A mesma associação criticou o governo por aplicar uma “proibição cega” de utilização de fogo-de-artifício em todo o país, refere o JN, quando existem eventos que se realizam na água ou em locais livres de risco.

O presidente da APIPE, Carlos Macedo, disse ainda ao JN, que no domingo passado foram cancelados dezenas de espetáculos pirotécnicos e até quinta-feira devem ser mais de uma centena.


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