Novo Banco contrata investigadores privados para seguir Nuno Vasconcellos

O Novo Banco tomou esta decisão para recolher informação e material que possa ser utilização em eventuais ações judiciais de cobrança de dívias que a Ongoing deixou por pagar em Portugal

Para fazer o levantamento de todos os bens que possam estar ligados a Nuno Vasconcellos, o Novo Banco contratou equipas especializadas, incluindo detetives privados, para seguir o antigo gestor da insolvente Ongoing, noticia o “Correio da Manhã” esta sexta-feira, 28 de fevereiro.

O Novo Banco tomou esta decisão para recolher informação e material que possa ser utilização em eventuais ações judiciais de cobrança de dívias que a Ongoing deixou por pagar.

O Novo Banco chegou a incluir os créditos em dívida da Ongoing  no chamado Projeto Nata II (uma carteira de créditos do Novo Banco avaliada em 3,3 mil milhões de euros), mas, segundo o Correio da Manhã, o Fundo de Resolução travou a alienação da dívida.

A dívida da empresa de Vasconcellos, que entretanto rumou ao Brasil, ascendia a 493,5 milhões de euros. A Ongoing fez saber que, em Portugal, teria somente 7.500 euros para pagar dívidas reclamadas pelos credores, num valor de 1,3 mil milhões de euros.

Recomendadas

Covid-19: Carris aumenta oferta nos dias úteis

A Carris – Transportes Públicos de Lisboa vai aumentar a oferta nos dias úteis, a partir de segunda-feira, nas carreiras onde se tem verificado uma maior procura, na sequência da pandemia de covid-19, foi hoje anunciado.

Banco de Portugal salienta que as moratórias públicas ou privadas devem ser tratadas da mesma forma

O Banco de Portugal destaca que a segundo esclareceu a EBA, as moratórias, de iniciativa pública ou privada, devem ser tratadas da mesma forma, desde que tenham um propósito e caraterísticas semelhantes. “A EBA definirá, em breve, quais os critérios a observar para o efeito”, diz a entidade de supervisão.

Oxford Economics estima recessão de 2,2% na zona euro e estagnação mundial

“A pandemia do novo coronavírus vai infligir uma profunda recessão na economia mundial, e em muitas das principais economias, durante a primeira metade deste ano”, lê-se numa nota enviada aos investidores, e a que a Lusa teve acesso, na qual se prevê que a zona euro caia 2,2%, os Estados Unidos 0,2% e a China cresça apenas 1%.
Comentários