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O cofre mais secreto do mundo

É resistente a terramotos, tem portas blindadas e o acesso é feito por biometria. O Porto Franco de Genebra oferece segurança e ausência de impostos, permitindo que bens preciosos (legais ou nem tanto) fiquem protegidos. Ao longo da história foi alvo de vários escândalos e chegou a funcionar como armazém de obras de arte roubadas.
25 Outubro 2025, 08h00

No coração dos Alpes suíços, nas margens do Lago Genebra, na terra dos bancos e da descrição encontra-se o Porto Franco de Genebra, que poderia ser o cenário para um filme de James Bond. Vigiado por câmaras e rodeado por vedações de arame farpado, este complexo é tradicionalmente uma zona alfandegária, onde as mercadorias são guardadas antes de serem exportadas para o estrangeiro.

Mas atualmente tornou-se um local de armazenamento permanente com 150 mil metros quadrados pela cidade de Genebra alugado a transportadores ou indivíduos privados para proteger os seus bens. Atrás destas portas duplas há quadros, ouro, jóias, diamantes e antiguidades. É também a maior garrafeira do mundo com três milhões de garrafas, tendo ganho o estatuto de “maior adega” do mundo.

O edifício principal — um grande bloco de cimento sem janelas — abriga áreas subterrâneos construídos para resistir a terremotos e incêndios. Lá dentro, os objetos são mantidos em salas climatizadas e controladas por humidade, trancadas atrás de portas blindadas sem identificação, com leitores biométricos.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 24 de outubro.


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