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“O livro tornou-se uma forma de resistência”

Conversámos com o autor e tradutor Paulo Faria sobre o prazer que é fazer tradução literária, sobre memória e livros, e sobre os poderes que ameaçam a democracia, que “não querem que leiamos”.
25 Outubro 2025, 12h00

Paulo Faria é licenciado em Biologia e chegou a dar aulas nessa área. Um universo imenso para desbravar, sem dúvida, mas dizer que era aquilo que verdadeiramente o arrebatava distava umas boas páginas. A vocação para as letras descobriu-a quando o avô, professor de línguas no Colégio Militar, lhe ensinou inglês e francês em miúdo. Foi quando decidiu explorar essa veia que surgiu a oportunidade de experimentar a tradução literária. Não mais parou. Mas essa é apenas uma das suas paixões. A escrita é outra. Tem obra publicada que vale a pena explorar. Mas regressemos ao que nos trouxe aqui – a tradução.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 24 de outubro.


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