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O plano angolano para dominar nos diamantes

Aumentar a produção, capturar maior valor na cadeia do negócio, cativar investidores estrangeiros e afirmar-se internacionalmente no setor. O plano angolano para liderar nos diamantes está em marcha.
20 Setembro 2025, 12h00

Angola delineou um plano para reforçar a posição no mercado diamantífero global, capturando mais valor de um negócio em que já é um protagonista relevante, mas em que ambiciona o topo.

O primeiro passo é o aumento da produção, de forma consistente.
No ano passado, a produção angolana saltou 43,8%, para 14,02 milhões de quilates. Foi o terceiro maior produtor mundial, só atrás da Federação Russa, que 37,3 milhões de quilates, mas aproximou-se muito do segundo do ranking, o Botsuana, que produziu 18,12 milhões de quilates, segundo os dados do Processo de Kimberley, um mecanismo internacional de certificação criado em 2003 para evitar a venda de “diamantes de sangue”, provenientes de zonas de conflito.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 19 de setembro.


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