Operar no Pleno Potencial

Quantas vezes ouvimos um líder empresarial afirmar que a sua empresa está a operar no seu pleno potencial? Praticamente nunca – independentemente de onde a empresa está, sabemos que é sempre possível fazer melhor, chegar a mais clientes, capitalizar mais as valências próprias. Mas quanto? Embora a maior parte dos CEO saiba que é possível […]

Quantas vezes ouvimos um líder empresarial afirmar que a sua empresa está a operar no seu pleno potencial? Praticamente nunca – independentemente de onde a empresa está, sabemos que é sempre possível fazer melhor, chegar a mais clientes, capitalizar mais as valências próprias. Mas quanto?

Embora a maior parte dos CEO saiba que é possível fazer melhor, poucos sabem de forma objetiva e quantitativa quais seriam os resultados da empresa se esta estivesse a operar no seu pleno potencial de valor, assim como quais os gaps de desempenho que estão a impedir a empresa de o atingir. Com esse conhecimento, teriam muito mais facilidade na definição de objetivos ambiciosos e inspiradores, bem como na priorização de investimentos e recursos para cada um dos negócios e equipas.

Na EY-Parthenon temos uma longa experiência na definição de estratégias e planos de ação empresariais, o que nos permitiu desenvolver uma metodologia pragmática para quantificar o potencial pleno de cada empresa. A fundação dessa metodologia passa pelo entendimento objetivo e explicito do contexto da empresa e do mercado – concorrentes, estrutura de custos, clientes, e mercados adjacentes. Esse conhecimento permite identificar os três gaps que impedem a empresa de operar no seu pleno potencial.

O gap de desempenho identifica qual deveria ser o valor obtido com os recursos atuais – quais as margens adequadas dada a estrutura do setor e a quota de mercado relativa da empresa. Permite identificar oportunidades concretas de otimização, seja a nível de preços, custos, experiência do cliente, ou até na gestão da cadeia de valor.

O gap da oportunidade utiliza ferramentas de natureza estratégica e financeira para identificar em que áreas reforçar investimento, e em quais desinvestir. Desta forma, permite otimizar o portfólio de produtos, de mercados, e até de negócios da empresa, resultando em saltos significativos de eficiência na utilização do capital e valências da empresa.

Por fim, o gap de perceção permite identificar áreas em que a empresa não é adequadamente percecionada pelos parceiros de negócio, credores ou investidores, ajudando a gestão a endereçar áreas de fragilidade da empresa, e a comunicar os sucessos adequadamente ao mercado.

Com base nos gaps identificados a EY-Parthenon ajuda as empresas a identificar e avaliar um conjunto de avenidas alternativas de crescimento, resultando assim numa rápida e significativa aproximação desta ao seu pleno potencial de valor.

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