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Ordens de bolsa somam 31,1 mil milhões em setembro mais 9,5% num ano

O BCP teve a maior quota de mercado nas transações sobre ações (24,2%), seguindo-se o Caixabank – Sucursal em Portugal (11,7%) e o Banco BPI (11,5%). Na dívida (pública e privada), a maior quota pertenceu ao BNP Paribas – Sucursal em Portugal (81,4%), seguindo-se o Banco L.J. Carregosa (15,1%) e o Banco Montepio (1%).
21 Outubro 2025, 19h00

Em setembro de 2025, o valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas pelos intermediários financeiros registados na CMVM totalizou 31.148,1 milhões de euros, uma subida de 38,7% face a agosto. Este indicador cresceu 9,5% face a igual período do ano passado.

O valor mensal aumentou 48,9% nos instrumentos financeiros de dívida pública para 20.743,6 milhões de euros e 71,2% para 2.440,9 milhões de euros, na dívida privada. Nas ações desceu 15,7%, para 3.252,2 milhões de euros, avança a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

O BCP teve a maior quota de mercado nas transações sobre ações (24,2%), seguindo-se o Caixabank – Sucursal em Portugal (11,7%) e o Banco BPI (11,5%). Na dívida (pública e privada), a maior quota pertenceu ao BNP Paribas – Sucursal em Portugal (81,4%), seguindo-se o Banco L.J. Carregosa (15,1%) e o Banco Montepio (1%).

O valor das ordens sobre instrumentos financeiros derivados cresceu 20,4% face ao mês anterior, para 246.767,7 milhões de euros.

A CMVM diz que os forward foram o instrumento mais negociado no mercado de derivados (80,5% do total), tendo as transações subido 16,9% em relação a agosto. As transações sobre futuros aumentaram 109%.

No mesmo período, o valor das ordens de residentes registou uma subida de 1,5% e o valor das de não residentes um aumento de 50%.

Quanto ao mercado de execução, 60,3% das ordens recebidas foram executadas nos mercados regulamentados internacionais, 5,8% nos mercados nacionais, 2,2% fora de mercado e 31,7% foram internalizadas.

Estados Unidos, Alemanha e França foram os três principais destinos das ordens executadas sobre ações fora de Portugal, enquanto Reino Unido, Holanda e França foram o principal destino das ordens sobre títulos de dívida.


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