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Paxlegal escolhe Francisco Arga e Lima para desenvolver e liderar a nova área de prática Start-Ups & Tech

Antes de se juntar à equipa da Paxlegal, Francisco Arga e Lima estagiou no Tribunal de Justiça da União Europeia e colaborou com a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia. Para explicar a razão que levou a sociedade de advogados a apostar nesta área do direito, a sócia diz que  “queremos ser o parceiro legal das start-ups e empresas tecnológicas em Portugal.
27 Outubro 2025, 12h34

A Paxlegal acaba de anunciar a integração de Francisco Arga e Lima como Consultor, com a missão de desenvolver e liderar a nova área de prática Start-Ups & Tech.

Antes de se juntar à equipa da Paxlegal, Francisco Arga e Lima estagiou no Tribunal de Justiça da União Europeia e colaborou com a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia.

“Esta aposta marca mais um passo na estratégia da Sociedade em apoiar o ecossistema de inovação e empreendedorismo em Portugal e além-fronteiras”, segundo a sociedade de advogados.

“O Francisco tem uma sólida experiência no aconselhamento a start-ups, principalmente em termos de proteção de dados, regulação digital e inteligência artificial, o que nos permite dar um apoio completo e especializado a estas
empresas”, explica Bárbara Pestana, Sócia Fundadora da Paxlegal.

Bárbara Pestana acrescenta que “a sua visão e conhecimento aprofundado das regras europeias aplicáveis à economia
digital, bem como das necessidades específicas do setor, serão determinantes para que possamos apoiar ‘founders’ de forma eficaz, desde a idealização do projeto e criação da empresa, até à captação de investimento e internacionalização”.

A advogada defende que “vivemos um momento em que a inovação tecnológica, a inteligência artificial, os serviços digitais, a cibersegurança e a proteção de dados exigem respostas jurídicas sofisticadas e adaptadas às empresas em causa” e diz que “esta aproximação do setor tecnológico e do empreendedorismo traduz o nosso compromisso em estar ao lado de quem está a criar o futuro”.

Para explicar a razão que levou a Sociedade a apostar nesta área do direito, a sócia diz que  “queremos ser o parceiro legal das start-ups e empresas tecnológicas em Portugal. Por isso, temos também em preparação um novo projeto dedicado ao empreendedorismo, que promoverá a ligação entre a assessoria jurídica e o desenvolvimento empresarial, uma iniciativa que acreditamos vir a ser transformadora”.


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