Pharol e BCP levam PSI 20 a abrir no ‘vermelho’

Praça lisboeta abriu a sessão desta quinta-feira com uma descida de 0,06% para 5.107,87 pontos, seguindo a tendências das suas congéneres europeias.

Benoit Tessier / Reuters

O principal índice bolsista português, PSI 20, iniciou a sessão desta quinta-feira a desvalorizar 0,06% para 5.107,87 pontos, seguindo a tendência das suas congéneres europeias que abriram a sessão a negociar em terreno negativo.

A fazer cair o PSI 20 estão entre as principais cotadas portuguesas a Pharol, que desce 0,81%, para 0,98 euros, o BCP, que deprecia 0,30%, para 0,20 euros e a Jerónimo Martins, que desvaloriza 0,80%, para 14,97 euros.

Das cotadas nacionais a negociarem no ‘verde’ neste início de sessão estão os CTT Renováveis, que crescem 2,61%, para 2,83 euros, um dia depois da empresa ter apresentado lucros na ordem dos 22,9 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2019, o que correspondeu a um crescimento de 99,7% face a igual período em 2018 (11,8 milhões de euros). A F. Ramada sobe 2,58%, para 6,36 euros e a construtora Mota-Engil valoriza 1,00%, para 2,03 euros.

Na Europa as cotadas abriram a sessão a negociar no ‘vermelho’. Na Alemanha, o DAX cresce 0,13%, no Reino Unido, o FTSE 100 deprecia 0,31%, o francês CAC 40 desvaloriza 0,07%, o holandês AEX cai 0,06%. Em Espanha, o IBEX35 desvaloriza 0,15% e o italiano FTSE MIB sobe 0,51%.

A cotação do barril de Brent valoriza 0,61%, com valor de 60,61 dólares, enquanto a cotação do crude WTI cresce 0,56%, para 55,37 dólares por barril.

No mercado cambial o euro valoriza 0,13%, para 1,11 dólares.

Recomendadas

Energia faz PSI20 abrir semana em ligeira subida

A Navigator é a cotada que mais sobe no PSI20 na abertura da semana. A Galp, que apresentou hoje lucros na ordem dos 300 milhões de euros, surge a cair quase 2%.

Topo da agenda: o que não pode perder na economia e nos mercados esta semana

Em Portugal a semana ficará marcada pelo debate em torno da aprovação do Orçamento do Estado para 2022. Lá fora a questão do aumento dos preços da energia na União Europeia (UE) será analisada num conselho extraordinário entre os ministros da Energia da UE.

Greenwashing “é a ameaça mais séria à afirmação das finanças sustentáveis”

Juliano Ferreira, diretor do departamento de emitentes da CMVM, aponta a importância da definição sobre o que deve ser ou não entendido por sustentável – a taxonomia no âmbito da União Europeia. “A colagem a um rótulo ESG, vazia de conteúdo, constitui a ameaça mais séria à afirmação das finanças sustentáveis”, afirma.
Comentários