PJ já foi buscar obras de arte à casa de João Rendeiro (com áudio)

Das 124 obras de arte do banqueiro em fuga, 15 desapareceram e três já foram identificadas como falsas pela PJ, revela o “CM”.

A Polícia Judiciária (PJ) já foi buscar as obras de arte à casa de João Rendeiro, revela hoje o “Correio da Manhã”. As obras foram recolhidas por uma empresa especializada sob a coordenação da PJ e levadas para as instalações da PJ onde permanecerão nos próximos meses. Agora vão ser analisadas para se verificar se são autênticas ou se houve falsificação.

O “CM” revela que das 124 obras há 15 que desapareceram. Do total das obras, a PJ já identificou três que foram falsificadas tal a forma grosseira como foi feita a falsificação, segundo o jornal.

As obras estavam à guarda da mulher de João Rendeiro, que agora vai ser ouvida em tribunal para explicar o que aconteceu, incorrendo agora no crime de descaminho de coisa pública.

João Rendeiro está condenado em três processos relacionados com o caso BPP, com penas de dez, cinco e três anos de prisão por crimes de burla qualificada, fraude fiscal, abuso de confiança, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e falsidade informática.

O banqueiro em fuga da justiça portuguesa poderá estar em Singapura ou no Belize, países separados por uma distância de 17 mil quilómetros, conforme já avançaram vários meios nacionais de comunicação social. Sob o mesmo pende um mandato de captura internacional emitido pelas autoridades portuguesas.

Recomendadas

Santander escolhido como o “Banco do Ano” em Portugal pela revista do FT

Em reacção, o CEO do Santander Totta diz que “o Banco é hoje uma instituição mais forte, melhor estruturada, e tem os meios necessários para continuar a ser o parceiro de referência para as famílias e empresas portuguesas”.

Sindicatos recusam proposta final de revisão salarial dos Bancos e pedem intervenção da DGERT

Na última reunião, realizada no dia 30 de novembro, o grupo negociador dos bancos “apresentou a sua proposta final, não negociável, de 0,4%, da tabela salarial, de pensões de reforma e de sobrevivência e cláusulas de expressão pecuniária”. Uma proposta que os sindicatos dizem que “vai contra a pretensão inicial dos sindicatos (1,4% de aumento).

BES. Relação confirma condenação da KPMG a coima de 450 mil euros

O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou “na íntegra” a sentença do Tribunal da Concorrência que condenou a KPMG ao pagamento de 450 mil euros, reduzindo a coima de um milhão de euros a que havia sido condenada pela CMVM.
Comentários