Portugal entre os 24 países com melhor qualidade de vida no mundo

O ‘ranking’ conduzido pela Universidade do Minho avalia a qualidade de 110 países em vários domínios. Na primeira edição do estudo, a Suíça aparece a líderar o índice da qualidade de vida.

Cristina Bernardo

Portugal surge na 24ª posição no novo ‘ranking’ coordenado pela Universidade do Minho (UMinho) que avalia a qualidade de 110 países, ocupando a Suíça o primeiro lugar e Moçambique o último, revelou hoje a academia.

O novo ‘ranking’ avalia a qualidade de 110 países em vários domínios, estando na base da classificação a avaliação da taxa de desemprego, da felicidade, da inovação, da facilidade em fazer negócios, da pegada ecológica, do bem-estar ambiental, da distribuição dos rendimentos, do Produto Interno Bruto, da competitividade, da mortalidade infantil, da esperança média de vida, da educação, além do número de universidades em ‘rankings’ internacionais, artigos sobre qualidade publicados em revistas conceituadas, organizações com certificação IS0 9001 e membros da International Academy for Quality (IAQ).

Os países avaliados foram distribuídos em cinco grupos: líderes (leading), seguidores (follower), moderados (moderate), modestos (lagging) e principiantes (beginning).

A Suíça lidera esta primeira edição com destaque para os indicadores da competitividade e da inovação, sendo que no grupo de líderes da qualidade encontram-se também a Noruega, classificado como o país mais feliz do mundo, a Suécia, com o maior número de universidades no ranking de Xangai por habitante, a Dinamarca, onde é mais fácil criar e desenvolver uma empresa, seguindo-se a Holanda, o Reino Unido, a Alemanha, a Áustria, a Finlândia, a Irlanda e a Austrália.

Portugal aparece no grupo dos ‘seguidores’: “Em termos específicos [Portugal] é o 5º país que contabiliza mais membros IAQ por habitante, o 9º com o número mais elevado de organizações com certificação de qualidade por habitante, o 14º com menor taxa de mortalidade infantil e o 16º com maior esperança de vida, com mais universidades por habitante em rankings internacionais e com mais artigos sobre qualidade publicados em revistas conceituadas”, concluiu o estudo.

Os países africanos são os que apresentam os piores resultados, com o Mali, a Costa do Marfim, o Lesoto, a Guiné Bissau e Moçambique na cauda da lista.

O estudo “World State of Quality”, conduzido pela academia, surgiu no seguimento de um projeto-piloto elaborado há três anos junto dos 28 países da União Europeia, como uma ferramenta que permite identificar áreas de melhoria, ajudando os governos e as organizações na definição de políticas e estratégias capazes de aumentar o nível de qualidade dos países e, por conseguinte, o bem-estar das pessoas.

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