Portugueses admitem passar férias em território nacional e gastar menos que em 2020

Relativamente a questões financeiras, os portugueses estimam gastar 750 euros, uma descida de 160 euros face ao valor descrito no ano passado.

O verão aproxima-se e muitos portugueses já começaram a planear as suas férias, de modo a que o orçamento familiar consiga encaixar o valor que pretendem gastar. Um estudo do Observador Cetelem mostrou que 86% dos portugueses admite passar férias em território nacional durante o verão de 2021, diminuindo também o orçamento disponível face ao ano passado.

O estudo indica que apesar da maioria dos cidadãos inquiridos passar férias em Portugal, aumentou o número de pessoas que tenciona passar férias no estrangeiro, com 6% a dizer que planeiam ir para o estrangeiro face ao 1% que respondeu afirmativamente em 2020. Mais de metade dos inquiridos pelo estudo (53%) assume planear férias fora da sua residência principal.

Relativamente a questões financeiras, os portugueses estimam gastar 750 euros, uma descida de 160 euros face ao valor descrito no ano passado. O Observador Cetelem aponta que os homens pretendem gastar mais do que as mulheres, com 829 euros contra 687 euros, com a faixa etária dos 45 aos 54 anos disposta a gastar uma média de 845 euros. Por sua vez, a faixa etária dos 65 aos 74 anos são os que pretendem gastar menos, numa média de 519 euros.

Para pagar as despesas, 31% dos portugueses inquiridos admitem usar o cartão de crédito, um aumento de 5 pontos percentuais em comparação com o ano passado.

Os portugueses têm tido ainda um comportamento diferente do ano passado no que toca ao processo de marcação destas férias estando a recorrer mais a agências de viagens e arrendamento de casas, com 31% em 2021 face aos 11% em 2020, e aos hotéis, com 12% no presente ano em relação aos 2% no ano passado.

Assim, os hotéis começam a recuperar a preferência dos portugueses nas férias, sendo que um em cada quatro assegura já ter marcado hotel. Ainda assim, a maioria continua a preferir ficar hospedada numa casa, seja ela de familiares/amigos (30%), uma residência secundária (23%) ou uma casa alugada (18%). Destaque ainda para o turismo rural (6% contra 7% em 2020), que mantém a intenção positiva que ganhou com a pandemia.

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