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Promova: 54% das gestoras que fizerem o programa foram promovidas

Programa foi desenvolvido no âmbito da Academia CIP em parceria com a Nova SBE e prepara mulheres para funções de liderança, reforçando competências críticas para a gestão e para a tomada de decisão estratégica.
12 Março 2026, 14h55

Arranca em junho a 7.ª edição do Promova, programa de capacitação de liderança feminina desenvolvido no âmbito da Academia CIP em parceria com a Nova SBE.

“Esta nova edição dá continuidade ao compromisso da CIP com a qualificação de lideranças, o reforço da competitividade das empresas e a promoção de organizações mais equilibradas e preparadas para os desafios atuais”.

O programa que foi  concebido para potenciar talentos femininos com capacidade de liderança e apoiar o acesso das mulheres a funções de gestão de topo tem a duração de um ano. Em seis edições envolveu 179 participantes, das quais 54% obtiveram uma progressão profissional após a sua conclusão.

Ao longo das edições, reuniu gestoras e altos quadros provenientes de 96 empresas de diferentes setores de atividade.

“O Promova não é destinado apenas às mulheres gestoras e quadros de direção, mas também às empresas onde estas trabalham, o que é seguramente crucial para os resultados que estas conseguem depois obter para as suas carreiras”, afirma Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP.

“Os momentos e metodologias de aprendizagem do Promova permitem, não só o aperfeiçoamento das competências das participantes, mas também o desenvolvimento de laços em torno da causa comum que é a diversidade de género no tecido empresarial português e na sociedade”, acrescenta.

Promova combina várias componentes complementares — módulos formativos presenciais, coaching individual, mentoria cruzada e momentos estruturados de networking.

A CIP destaca, o trabalho em torno do autoconhecimento das participantes e o reforço do seu posicionamento enquanto líderes, desenvolvendo competências críticas e capacidade de influência estratégica em contextos de decisão.

Para as empresas, refere a confederação, o impacto traduz-se na valorização de líderes mais conscientes, mais bem preparadas para ambientes complexos e exigentes, e na consolidação de práticas organizacionais alinhadas com princípios de diversidade, equidade e inclusão.


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