Pedro Castro e Almeida, CEO Santander Portugal | A+
O Santander Portugal reportou lucros de 963,8 milhões de euros em 2025, uma ligeira subida de 0,5% face a 2024. O banco, que passará a ser gerido por Isabel Guerreiro, originou um em cada cinco novos créditos à habitação e deu 2,5 mil milhões de euros em financiamento para a área sustentável. Não é uma despedida fabulosa, mas é sólida.
Gonçalo Rebelo de Almeida, Administrador Vila Galé | A-
O Vila Galé deu um salto de 15% em 2025 e atingiu os 321,5 milhões de euros. O negócio no Brasil deu forte contributo (139,9milhões). A operação em Portugal e Espanha (Isla Canela), apresentou uma faturação de 193,5. O entupimento do aeroporto prejudicou a operação nacional. Uma boa notícia. O Grupo quer investir em habitação a custo controlado.
João Pedro Oliveira e Costa, CEO do BPI | B+
Reportou uma queda dos resultados de 13% para 512 (498 em Portugal) milhões de euros. O novo contexto bancário, com as taxas de juro de referência longe do zénite, e ainda o processo relativo às reformas antecipadas pesaram nas contas. A carteira de crédito à habitação subiu 13% e os depósitos também subiram 7%. Participações no BCI e BFA estão à venda.
Luís Montenegro, primeiro-ministro | D
A Proteção Civil é uma máquina mal estruturada e incapaz de reagir quando os problemas são graves. Muitas vozes de comando, a eterna falta de meios e, acima de tudo, a inexistência de uma cultura de ação (da corporação) que esteja à altura das circunstâncias. Luís Montenegro tem de rever este corpo essencial de cima a baixo e repensá-lo.



