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Proveitos do alojamento turístico sobem 7,6% para 5.700 milhões de euros até setembro

Segundo as estatísticas da atividade turística, no conjunto dos primeiros nove meses do ano, os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 25,3 milhões de hóspedes (+3%) e 65 milhões de dormidas (+2,2%).
17 Novembro 2025, 12h30

Os proveitos totais do alojamento turístico atingiram 5.700 milhões de euros e os de aposento totalizaram 4.400 milhões até setembro, refletindo subidas homólogas de 7,6% e 7,4%, avançou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo as estatísticas da atividade turística, no conjunto dos primeiros nove meses do ano, os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 25,3 milhões de hóspedes (+3%) e 65 milhões de dormidas (+2,2%).

Até setembro, as dormidas de residentes aumentaram 5,8%, correspondendo a 19,9 milhões, enquanto as dos não residentes cresceram 0,7%, totalizando 45,2 milhões.

No terceiro trimestre, os proveitos totais do alojamento turístico alcançaram 2.700 milhões de euros e os de aposento totalizaram 2.200 milhões, refletindo subidas de 7,4% e 6,9% face ao mesmo período de 2024.

Entre julho e setembro, o setor do alojamento turístico registou 10,5 milhões de hóspedes e 28,6 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos de 2,2% e de 2%, respetivamente.

Os mercados externos foram dominantes (67,8% do total), embora com menor peso, o mais baixo desde o terceiro trimestre de 2022, com 19,4 milhões de dormidas (+0,3%), realçou o INE.

Já as dormidas de residentes aumentaram 5,5% para 9,2 milhões, no período em análise.

A dependência dos mercados externos, em termos de dormidas, foi maior na Grande Lisboa (83,2% do total), seguida da Madeira (79,5%) e dos Açores (76,6%).

Em sentido oposto, no Alentejo e no Centro observou-se menor dependência dos mercados externos (30,7% e 36,1%, respetivamente).

O Algarve foi a região que concentrou mais dormidas entre julho e setembro (29,8% do total), seguido da Grande Lisboa (20,6% do total) e do Norte (17,5%).

No terceiro trimestre, quer as dormidas de residentes quer as dos não residentes ocorreram, principalmente, no Algarve (27,8% e 30,7% do total, respetivamente).


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