PremiumPSA diz que greves em Sines põem em causa investimento de 550 milhões

Concessionária avisa que as greves consecutivas já provocaram quebras acima de 25% nas mercadorias movimentadas e perdas de nove milhões de euros. O investimento de 547 milhões pode cair.

Está a acender-se um alerta vermelho sobre o futuro do investimento da PSA, empresa estatal de Singapura, na expansão do terminal de contentores no porto de Sines devido às greves contínuas que se têm registado por parte dos estivadores desde 2 de maio passado. Em causa está a intenção de investir cerca de 547 milhões de euros para expandir a capacidade deste terminal dos atuais 2,3 para 4,1 milhões de TEU [medida-padrão equivalente a contentores com 20 pés de comprimento] anuais.

A movimentação de contentores no Terminal XXI já está a cair mais de 25% face ao período homólogo de 2018, uma quebra que se deverá manter até ao fim deste ano. A empresa deixou de renovar contratos com cerca de 10% da sua força de trabalho (cerca de 100 trabalhadores). E, mais grave, o contrato de investimento para expansão do Terminal XXI, assinado há poucas semanas com o Estado português, poderá não passar de uma miragem se a instabilidade social e laboral se mantiver.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor.

Recomendadas

Epson Europa vê Portugal como “mercado totalmente estratégico”

Raúl Sanahuja, responsável de Relações Públicas e Comunicação da Epson, considera que as empresas portuguesas são mais “ousadas” e “lançadas” na integração de tecnologia de impressão.

“Problemas no setor de aviação convertem-se em oportunidades”, considera CEO da EuroAtlantic

Quais os grandes desafios que o setor da aviação vai ter que ultrapassar? Eugénio Fernandes, CEO da EuroAtlantic, esclarece que a empresa funciona em contraciclo com o mercado e que os problemas no setor convertem-se em oportunidades. Quanto aos problemas, este responsável aponta a falta de pessoal como questão a ultrapassar.

PremiumPartner da Peugeot lidera vendas nacionais da marca

Jean-Philippe Imparato explicou ao Jornal Económico a evolução global da marca no ano passado, com uma quebra de 8,8% registada nas suas vendas mundiais (excluído o mercado do Irão).
Comentários